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Fora da Globo depois de 44 anos: veja 5 momentos inesquecíveis de Renato Aragão, o Didi

Humorista anunciou fim do contrato essa semana, mas recusa a aposentadoria: “nova etapa, não paro nunca”

Reprodução Instagram

A última terça-feira (30) foi histórica para a TV e o entretenimento brasileiro. Depois de 44 anos o humorista Renato Aragão, Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgino Mufumbo para os íntimos, deixou a Globo.

Apesar dos seus 85 anos, Aragão descarta a aposentadoria e recentemente chegou a 1 milhão de seguidores no Tik Tok. A pergunta que fica é: será que Didi, um personagem com um humor mais datado, vai arrumar espaço e continuar sendo relevante para as novas gerações? Sua atuação nas redes como o senhor meio deslocado das tecnologias e que tenta se vestir como jovem pode dar uma pista de seu futuro. 

Enquanto isso, o Ultra POP lista 5 passagens de Didi na Globo que vão deixar saudades: 

Como dono de bar com Mussum e Tião Macalé

Nessa esquete, Didi não é o principal, mas dá todo o molho como o novo dono do bar que não deixa a rapaziada do sindicato se divertir e armar uma pindureta.  

Como Terezinha de Jesus

Entrando em um quadro que não envelheceu tão bem assim, Didi se transforma em mulher vira Terezinha de Jesus da música de Maria Bethânia e os outros Trapalhões são seus pretendentes.

Como intérprete do Pastoril do velho Faceta 

Um exemplo claro de como funcionava a parceria com Dedé Santana, que fazia as escadas para Didi finalizar com a piada. O quadro também teve participação de Zacarias, como a filha do Sr. Mufumbo

Como o maluco do extintor

Talvez o legado mais recente do humorista seja o do famoso cara do extintor. Já na sua fase mais recente na Globo, na Turma do Didi, havia o quadro “Armações e mancadas” no final de cada programa que sempre havia erros de gravação e deslizes do elenco. Em praticamente todas as edições Didi pregava peças no elenco acionando um extintor em cima das pessoas. O famoso humor de repetição que, de tanto você ver, acaba achando engraçado.

No céu tem pão?

Temos também um exemplo de humor involuntário. Acredito que todo mundo se lembra da cena da menina que estava com fome e pergunta pra mãe: “no céu tem pão?” E numa quebra de expectativa que ninguém esperava, vem o fim da história: “e morreu”. O quadro, ao menos, serviu pra colocar Aragão no radar da internet. 

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