Siga-nos

TV

Chamado na véspera e sem saber nada: André Henning lembra estreia na narração

André Henning lembrou como iniciou sua carreira como narrador: na F1 pela Rádio Transamérica. O jornalista contou um pouco da sua história no ‘Fala y Fala’, novo talk-show do GRANDE PRÊMIO

Ao longo dos últimos anos, André Henning tornou-se uma das principais vozes do esporte brasileiro. Principal narrador do grupo Turner na Uefa Champions League, transmitida pelos canais TNT e Space, o jornalista de 44 anos, filho do lendário âncora Hermano Henning, começou sua carreira no comando de grandes transmissões no início dos anos 2000. Mas bem longe das quatro linhas.

Na segunda edição do programa FALA Y FALA, talk-show produzido pelo GRANDE PRÊMIO, site parceiro do Ultra POP, Henning relembrou o início de carreira. Apesar de ter nascido na Grande São Paulo, André começou a trajetória na imprensa na Rádio Cidade, emissora de Salvador. Na Bahia, trabalhou até 1997, quando voltou a São Paulo para ser repórter na rádio Band FM.

A carreira mudou de rumo quando Henning foi contratado pela Rádio Transamérica. Em princípio, o jornalista seguiu desempenhando a função de repórter. Até que, em 2001, veio uma chance inesperada.

Assista ao comentário de André Henning no FALA Y FALA.

“A primeira narração da vida foi da F1. Trabalhava na Transamérica, cobríamos a F1. Cândido Garcia era o comentarista de velocidade e era meu mestre, amigão. Eu realmente não acompanhava a F1, até que num sábado à noite meu telefone toca, e o Éder Luiz falou que o narrador estava doente e não queria narrar, me avisando que eu narraria”, relatou.

À época, Éder Luiz, que cobriu por cerca de 20 anos a categoria máxima do automobilismo por rádios como a Bandeirantes e a Transamérica, não queria mais fazer as narrações da F1. Assim, meio que sem querer, André Henning teve a chance de narrar pela primeira vez.

André Henning é a atual voz da Champions League no Grupo Turner (Foto: Divulgação)

O então novato lembrou como correu contra o tempo para fazer a preparação para a estreia na função. “Fui para uma banca de jornal e pedi um guia da temporada e decorei aquela porra a noite toda. Aí ele [Éder] me ligou domingo à noite depois da prova e pensei que ia vir uma bronca. Mas ele falou que gostou e que eu narraria a temporada inteira”, contou.

Aquela temporada, contudo, não foi das mais marcantes em termos de emoção. “Foi uma das mais sem graça da F1. O Schumacher ganhava tudo de ponta a ponta”. Entretanto, dentro das cabines de transmissão, relatar o esporte foi desafiador para André. “Narrar uma prova de automobilismo no rádio é difícil pra caceta. Comecei com uma prova de fogo e depois para o futebol”.

“Foi uma temporada e meia, comecei essa e narrei mais uma”, completou.

Dali em diante, André consagrou-se como um dos principais nomes da narração esportiva no país. O profissional ficou na Rádio Transamérica até 2007, quando migrou de vez para a TV. Antes, o jornalista já havia integrado a equipe do Esporte Interativo. Entre as grandes experiências da carreira, além de ser a voz de eventos como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, Henning narrou a conquista do Brasil no Mundial de Handebol Feminino, em 2013.

Assine nossa newsletter

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas

Publicidade
Trending Now
Publicidade

Relacionados

Tensão e drama: Paulo Andrade lembra sufoco com Tite em final da Champions League

Esportes

Breaking News: Chico Barney não se chama Chico Barney!

TV

Como mudança na qualidade de vida fez Everaldo Marques trocar ESPN por Grupo Globo

TV

Por que Meligeni “odeia” Tommy Robredo? Ele explica

Esportes

Publicidade
Assine nossa newsletter

Copyright © 2020 | Todos os direitos reservados.

Connect
Assine nossa newsletter