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‘Drive to Survive 2’ – s02e01: Lights Out

A nova temporada de ‘Drive to Survive’ começa com um episódio de apresentação – e, por isso, sem muita emoção

Com a volta de ‘Drive to Survive’ para sua segunda temporada, lançada em 28 de fevereiro, o Ultra POP faz o review de cada um dos episódios. No primeiro, ‘Lights Out’, a série deixa claro: Ferrari e Mercedes fazem parte do programa, diferentemente da temporada anterior; e Daniel Ricciardo e Günther Steiner seguem como personagens principais – cada um ao seu jeito…

Nota: ⭐ ⭐

Tema central: o episódio aposta em algo que muitas séries fazem: apresentar personagens e temas. É até válido no caso da série sobre a Fórmula 1, pois ela é vista como porta de entrada para pessoas que não são tão fãs da categoria; mas, ao mesmo tempo, o episódio fica chato rapidamente para quem acompanha tudo da F1 durante o ano. Assim, a abertura basicamente serve para que todos lembrem que Daniel Ricciardo e Günther Steiner brilharam na primeira temporada, e para que todos saibam que Ferrari e Mercedes abriram suas garagens para a Netflix desta vez. No geral, merece uma nota baixa: até para que a expectativa de melhora seja grande.

O vencedor: Max Verstappen. Quem vence esse episódio é o piloto holandês pois, apesar dos esforços de Ricciardo (que acaba com um abandono no GP da Austrália logo em sua estreia pela Renault) e Steiner (e suas piadas constantes), é ele que é colocado como “dono” da Red Bull: ao ouvirmos que ele fica livre para sair da equipe se ela não deixá-lo entre os três melhores do Mundial, e o episódio terminar com ele exatamente conquistando a terceira colocação em Melbourne, percebe-se o triunfo não só no episódio, mas sobre a equipe.

O perdedor: Romain Grosjean. Mal começou a temporada e ele já foi alvo de piadas sobre como quebra seu caro constantemente e, bem, com o carro DE FATO quebrando logo na abertura. É difícil não vê-lo como um derrotado com essa edição nada favorável.

Grande edição: os editores de ‘Drive to Survive’ precisam construir em um episódio de meia hora uma história que dura muito mais que isso, por isso os pequenos detalhes de edição são imprescindíveis. Por isso, vale o destaque para Toto Wolff, o chefe, e Lewis Hamilton, o principal piloto, errando o nome da Mercedes ao se apresentarem, mas Valtteri Bottas, o sempre “desprezado” – até internamente -, acertando; para Cyril Abiteboul, chefe da Renault, afirmando que o time tinha potencial para ficar entre os três melhores do Mundial (o que soa como absurdo um ano depois); e, clar, Steiner pegando no pé de Grosjean O TEMPO TODO, a ponto dec depois de uma das piadas, ter que pedir desculpas por sentir que estava exagerando.

Melhor cena: a de Steiner falando, dentro da fábrica da Haas, que a equipe ainda não faliu, mas que pode “dependendo de quantos carros Grosjean quebrar durante o ano”. Pesado na vida, lindo para uma série. Steiner é um ator – inclusive, melhor do que em sua profissão oficial.

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