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Saúde e Bem-Estar

Coronavírus pode viver no ambiente por até 9 dias

Estudo comprova a sobrevivência do vírus em superfícies como metal, vidro e plástico

Coronavírus pode sobreviver no ambiente
Estudo feito na Alemanha confirma que coronavírus pode sobreviver no ambiente por até 9 dias (foto: Pixabay)

O mundo continua em alerta devido ao surto da doença pulmonar causada pelo Covid-19, nova cepa do coronavírus que foi descoberta na China e vem se alastrando pelo mundo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infecção causada pelo vírus pode ser fatal, especialmente em idosos e pessoas com condições médicas preexistentes.

A transmissão do coronavírus se dá pelo ar e por superfícies contaminadas. Por isso é importante entender por quanto tempo o Covid-19 consegue sobreviver no ambiente e quais desinfetantes podem ser usados contra ele.

Sobrevivência no ambiente

Um estudo realizado pela Escola Médica Greifswald, da Alemanha, e publicado no dia 6 de fevereiro na revista científica The Journal of Hospital Infection, aponta que o coronavírus é capaz de viver em superfícies duras (metal, vidro e plástico) por até nove dias.

Os cientistas avaliaram dados obtidos por 22 estudos relacionados aos coronavírus que causam a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), bem como micro-organismos que afetam animais, como o coronavírus canino (CCV).

A equipe alemã descobriu que os coronavírus humanos podem persistir nas superfícies por até nove dias, dependendo do material e da temperatura. Os dados coletados também mostram que esse tipo de vírus pode ser inativado eficientemente por desinfecção com álcool, peróxido de hidrogênio (água oxigenada) ou hipoclorito de sódio (água sanitária).

Outros desinfetantes, como o cloreto de benzalcônio, parecem ser menos eficazes.

Com base na análise dos dados, para evitar a proliferação do coronavírus no ambiente, os cientistas Escola Médica Greifswald recomendam dobrar a concentração de hipoclorito de sódio normalmente utilizada, de 0,05% para 0,1%, especialmente na desinfecção de hospitais.

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1 Comment

1 Comment

  1. Guilherme Froes

    19/02/2020 at 10:45

    Putz! Estamos lascados :O

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