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Valorant chega ao Brasil e mostra que tem tudo para ser novo sucesso da Riot

Jogo de FPS confirma força da Riot após League of Legends e mistura Counter Strike com Overwatch da melhor maneira possível

(Foto: Riot)

por Gabriel Pedreschi

Se o sábio poeta jogasse uma partida de Valorant, novo FPS (first person shooter) do estúdio de jogos Riot (conhecido por League of Legends), ele diria que ‘é a mistura do Brasil com o Egito’ ou, levando para o mundo virtual, é a mistura do CS com o Overwatch. E, olha, que bom que é essa mistura.

O jogo, que está funcionado em versão closed beta desde abril nos Estados Unidos, desembarcou aqui no dia 5 e mostrou que, se depender da comunidade gamer – e de como será o desenvolvimento daqui para frente -, tem tudo para atingir o mesmo patamar de sucesso que os jogos da Valve e da Blizzard. Afinal, a caça por um drop com a “key” do jogo, gerou grande movimento na plataforma Twitch, tendo o novo FPS da Valve alcançado a liderança de audiência com folga.

Valorant continua liderando audiência do Twitch um dia após chegar ao Brasil (Twitch)

Todo esse alarde pelo jogo é justificado após participar pela primeira vez. O jogo, em si, é simples. Cada partida conta com 24 rounds e 10 agentes, que estão divididos em equipe de ataque e defesa. O objetivo, de quem está atacando, é plantar a spike (bomba) antes que o cronômetro de 100 segundos finalize a contagem. Do outro lado, a equipe que está defendendo precisa evitar que a bomba seja armada em um dos três pontos do mapa e, caso aconteça, deve desarmar a mesma antes que exploda e perca um round. A eliminação total também é uma maneira de conquistar ponto – e é por isso que grandes armas podem ser compradas no início de cada rodada.

Lendo o parágrafo anterior, conseguimos lembrar claramente de Counter Strike. Afinal, o jogo de maior sucesso da Valve também é 5v5 e, em um dos seus modos, conta com mapas de destruição, que tem, como objetivo, plantar ou desarmar a C4 em um dos dois pontos no mapa (além de acabar com o outro time, claro)

C4 (Counter Strike/Reprodução)

Além das armas, cada agente conta com habilidades, assinaturas e ultimates únicas, que dão aquele toque de Overwatch para o novo jogo da Riot. Como exemplo, podemos falar da assinatura do Sova, que se chama Recon Bolt. Na prática, o agente dispara uma flecha com um emissor sonar, que mostra a localização dos inimigos. Algo parecido com a “flecha sônica”, do arqueiro Hanzo Shimada, herói de Overwatch, que também conta com um rastreador sonar e detecta os inimigos.

Sova preparando a Recon Bolt (Riot Games via Polygon)

Com essa mistura, Valorant deve conquistar seu espaço no mundo do Esports após o seu lançamento oficial e mostrar que o estúdio de jogos Riot não está para brincadeira. Mas, claro, tudo dependerá de quais serão os próximos passos, novos agentes, mapas e como o jogo será gerenciado. Para CS e Overwatch, que já estão no patamar mais alto dos esportes virtuais, fica o alívio: por mais que seja parecido, Valorant chega com um novo estilo de jogo.

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