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“O crush perfeito” – Solteiros e solteiras só pensam naquilo: signo

Por conta de um assunto para quebrar o gelo ou por levar mesmo a sério, solteiros e solteiras estão sempre com João Bidu na cabeça

Estreou na Netflix neste mês de julho a série “O Crush perfeito”. Depois de apostar em reality shows de relacionamento com enredos bastante ousados como “Casamento às cegas” e “Brincando com fogo”, a nova série é conservadora, mostrando pessoas se conhecendo e conversando em um encontro às cegas. Entretenimento de fácil digestão onde no máximo você vai torcer para o (a) protagonista do episódio ficar com determinada pessoa no final.

A série se passa em São Paulo e abusa de boas imagens do centro da capital. Sobre os episódios, como depende muito dos participantes de cada um, acabam sendo irregulares, mas na maioria deles, por conta da boa escolha dos personagens, você consegue se envolver rapidamente com a história. Um exemplo é o primeiro episódio, onde o telespectador só descobre a presença de um homem trans no mesmo momento que a participante. 

Fora o esforço que pessoas desconhecidas fazem pra se comunicar em um encontro às cegas, que é sempre divertido de acompanhar, outra coisa me chamou muito a atenção: em quase todos os cinco episódios alguém vai fazer algum comentário sobre signos. 

Não sei se é a tentativa de achar um assunto para quebrar gelo ou se realmente as pessoas estão se interessando mais do que deveriam pelo assunto, mas frases como “vou fazer o seu mapa para dar o próximo passo” ou o clássico “ah, mas isso é muito coisa de virginiana” aparecem. Uma das participantes, inclusive, é estudante de astrologia. 

A numerologia também é representada na série quando um pretendente vibra quando descobre que o “número” do crush é 7 por uma conta feita a partir da sua data de nascimento. 

Em muitos episódios também aparecem críticas a app de pegação como o Tinder. Elas geralmente partem de argumentos como “parece um supermercado de gente” ou “não consigo desenvolver um papo legal”. Enfim, cada um conhece pessoas como convém, não é mesmo? Uns baixam um app no celular, outros participam de programas de TV. 

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